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Alencar Burti - Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP
Burti ressalta a importância do reconhecimento e incentivo ao empreendedorismo feminino. |
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Bruno Caetano - Diretor Superintendente do Sebrae-SP
Para Bruno Caetano o Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios pode estimular e acelerar o processo de promover a igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho.
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Florentina Kera - LAC Pompéia
1º lugar: Pequenos Negócios
Florentina Z. Kera foi contratada como responsável técnica do Laboratório Pompéia assim que concluiu a faculdade de farmácia bioquímica, no ano de 1977. “O laboratório era muito pequeno, por vezes trabalhava 12 horas por dia”, conta. Em um período de dois anos, Florentina virou sócia do negócio e passou a criar estratégias para que o laboratório se tornasse um sucesso. “Em 1998 já contávamos com cinco funcionários e ampliamos o prédio”, relata a empresária. Em 2006, o laboratório ganha ‘sangue novo’: Clarissa, a filha de Florentina, forma-se em bioquímica e passa a trabalhar na empresa. “Com a vinda dela, modernizamos o laboratório, implementamos novo software, novas metodologias e equipamentos”, ressalta. Hoje o LAC Pompéia é uma empresa sólida, possui três unidades de coleta em sua cidade-sede e conta com 15 colaboradores. “É muito gratificante ver as transformações ocorridas no decorrer do tempo”, avalia Florentina.
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Liliana Chiodo Cherfen - Sincron
2º lugar: Pequenos Negócios
Em 2003, Liliana Chiodo Cherfen encontrou grande dificuldade em conciliar a criação do filho com sua carreira em uma empresa multinacional. Neste momento, a ideia de ter sua própria empresa começou a fazer parte de seus planos. “Em 2005 surgiu a oportunidade de comprar a Sincron, uma marca que existia há 75 anos e que estava com sérios problemas financeiros, de administração e atualização tecnológica. Assim, iniciei o desafio de trabalhar com um produto eletrônico dentro do mercado hospitalar. Fundei a Salutem Indútria Eletrônica, que comercializa a marca Sincron ”, revela. Liliana teve a dificuldade de reconquistar os clientes da marca. “Não foi fácil, mas, em 2011, a Sincron aumentou seu faturamento em 400%, em comparação com o ano de 2005”. Liliana ressalta que quer empregar mais pessoas e crescer de maneira sustentável, “o que todos nós queremos seja como clientes, fornecedores e/ou parceiros é o respeito nas relações”, declara. |
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Antonia Cristina Lara Pacheco – Portec
3º lugar: Pequenos Negócios
Foi trabalhando como assistente de compras na HDL, empresa especializada em interfonia e fechaduras elétricas, que Antonia Cristina Lara Pacheco teve a ideia de abrir uma assistência técnica autorizada da HDL em sociedade com seu irmão. “Começamos a vender equipamentos de segurança, com instalação, suporte e assistência técnica. Conforme a empresa ia crescendo, houve a necessidade de inovar e diversificar os produtos e serviços. Assim passamos a fabricar portões e não só automatizar”, relata. Dessa maneira, a Portec ganhou posição de destaque no mercado de portões industriais e residenciais. Em 2007, ao notar uma tendência do mercado em trocar o ferro pelo alumínio, Antonia começou a fabricar esquadrias de alumínio e teve um relevante aumento no faturamento. “Acredito que a persistência, a força de vontade e a busca de informação são fatores essenciais para a empreendedora alcançar seus sonhos”, pontua.
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Branca Lucia Neiva de Carvalho e Silva – Arte e Ofício
1º lugar: Negócios Coletivos
Em 1999, Dona Branquinha fundou a cooperativa Arte e Ofício em um bairro carente da cidade de Botucatu, com o objetivo de promover capacitação e geração de renda a um grupo de mulheres. Na cooperativa são desenvolvidas peças artesanais de costura, crochê e ponto-cruz, que são comercializadas por uma loja da Arte e Ofício e também pela rede de supermercados Pão de Açúcar, “isso nos confere visibilidade e propicia avaliar os produtos de maior saída e rentabilidade”, avalia a empresária. De acordo com Dona Branquinha, a cooperativa teve um grande crescimento através de um investimento que recebeu por três anos de uma instituição holandesa, “nossa linha de produtos que inicialmente continha dez peças hoje tem 80”, ressalta. Para o futuro, a empresária planeja buscar novos clientes e, desta forma, aumentar o número de cooperadas. “Nossa cooperativa é um orgulho para todas nós, pois levamos nosso trabalho a muitas regiões do Brasil”, comenta. |
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Custodia da Conceição Henriques – Floricultura Jardim dos Amores
Destaque estadual: Melhor Idade
Custodia da Conceição Henriques, 76 anos, proprietária da floricultura Jardim dos Amores, nasceu em Portugal e veio adolescente para o Brasil. Morou no Rio de Janeiro, depois se mudou para São Paulo, onde começou a trabalhar como copeira. Neste período conheceu seu marido, Valdemiro Henriques, com quem teve quatro filhos. Custodia e Valdemiro se aventuraram nos negócios: tiveram um bar, uma quitanda, e depois decidiram abrir uma floricultura. Valdemiro faleceu aos 47 anos, deixando Custodia com a responsabilidade de criar os filhos. “Eu estava endividada, tinha apenas 100 reais e uma loja para tocar sozinha”, relembra. Mas com perseverança e garra ela venceu: “meus filhos estudaram, fizeram faculdade e eu nunca deixei faltar nada”. Custódia quitou suas dívidas e levantou a floricultura, que tem clientes fiéis. Ela ainda trabalha todos os dias e ensina que “devemos correr atrás daquilo que precisamos e sonhamos”.
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Mayara Prado de Oliveira – Quali Paper Papelaria e Informática
Destaque estadual: Jovem Empreendedora
Mayara Prado tem 20 anos e trabalha com comércio varejista. “Comecei há quatro anos em uma loja de presentes e realmente me identificava com a profissão”, relata. Estudante de administração de empresas, Mayara abriu uma pequena papelaria com o investimento de R$ 5 mil emprestados de seu marido. “Tive ajuda dos meus professores da faculdade e fiz todos os cursos possíveis do Sebrae”, conta a empresária que era mãe de um bebê quando abriu seu próprio negócio. “No início era muito difícil, pois pegava ônibus com o bebê e passava o dia todo fora. Mas após um ano de trabalho consegui alugar a loja ao lado e dobrar o tamanho do meu negócio”, comenta. Mayara incluiu produtos de informática e serviços de manutenção de computadores e impressoras em sua loja, “com essa expansão e os clientes que conquistei aumentei meu faturamento em 300%”, ressalta. A jovem empresária tem grandes sonhos para o futuro: “daqui a dois anos espero ter pelo menos três lojas do mesmo segmento”, planeja. |